Comprei vários guias para poder decidir meus roteiros, mas o melhor que vai ficar como o preferido é o Guia Visual Folha de São Paulo ; ele dá todas as dicas, até como se movimentar em Paris, mapas de metrô e de rotas de ônibus. É realmente excelente e útil. Na próxima viagem acredito que vou me resumir a ele.
Dos restaurantes que mais gostamos o La Regalade (49, Av. Jean Moulin - 14ème arrondissement - Metrô Alesia , tel: 01 45 45 68 58) foi o escolhido. Muito bom!!!! Não é barato, mas é delicioso. Chegamos para almoçar e almoçamos, sem reservas, mas em Paris, sempre é bom reservar antes.
Os parisienses são MUITO chatos, e fico a me perguntar se eu estivesse no lugar deles também não seria. A cidade é tomada por levas de turistas.
Me arrependi muito de não ter comprado um passe para dois dias no batobus. Paciência. Além do que, esquecemos a máquina fotográfica.
Em Paris remains copyright of the author Aninha, a member of the travel community Travellerspoint.
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]]>Estaria sendo terrivelmente injusta se não falasse dos franceses bem-educados; daqueles que sorriem para você, que ajudam, mesmo bêbados, a carregar sua mala pelas extensas escadarias do metrô de Paris, que perguntam por Juninho Pernambucano, que têm a maior paciência em explicar de que é feita aquela guloseima e qual a mais gostosa... Há esses, e esses são os que fazem a vida mais fácil. No quarto dia em Paris, eu acordei totalmente parisiense: entrei no café, disse um bonjour de cara fechada e pedi meu croissant. Só depois que eu percebi que a atendente me sorria, fato raro naquela cidade. Daí me dei conta que já tinha me acostumado àquela realidade. Mas não é isso que quero p’ra mim.
Para chegar a Paris, a viagem na econômica é penosa. Não sei se pessoas idosas agüentam bem, pois dez horas num avião cuja cadeira nem reclina muito, é terrível. E olha que a VARIG tem um pouco mais de espaço que os outros!!!
O primeiro dia em Paris foi só para conseguir sair do aeroporto (para nós foi uma ciência!), comprar a Carte Orange no aeroporto mesmo, comer no Crhistophe, que é vizinho do hotel onde estamos e dormir. Perdemos de parar no free shopping na entrada de Paris. Nos abestalhamos e rumamos para a porta de saída: nem um visto, nem um pedido de passaporte, nem um carimbinho sequer: só um “Avancée, madame”e pronto, foi tudo. E eu que até contracheque levei!!!!!!
O restaurante Christophe é um capítulo à parte. A comida é deliciosa, digna dos melhores restaurantes brasileiros. Eu comi um peixe branco com risoto e Amorzão, um salmão semi-cozido com ervilhas frescas. Estava tudo de bom! Os preços não são bons, como todos os preços em Paris, são proibitivos. Cada prato custou 23 euros, mas vale a pena.
The day after acordamos bem cedinho e fomos tomar café numa das inúmeras cafeterias aqui por perto. Andamos muito e depois resolvemos pegar um batobus: foi excelente! Andar pelo Sena, ladeando os maiores monumentos franceses é realmente muito lindo!
Na verdade, acho que me incomoda em ser do rebanho, em fazer tudo o que os outros estão fazendo, em tirar as mesmas fotos, ir aos mesmos monumentos... Mas é o que a cidade oferece, também.
Clichês como “Paris é uma festa” e “...é um museu a céu aberto”sempre vêm à cabeça, simplesmente por ser verdade. Paris é isso e muito mais. É bonita, é cinza, é antiga, é romântica, é monocromática, é planejada e é de todo mundo.
O hotelzinho em que ficamos tem uma estrela (imagino que deve ser decadente), mas a 49 euros, talvez eu não devesse esperar muita coisa. Não em Paris. O endereço é Rue Descartes, 6 – 5ème arrondissement, Quartier Latin, perto da Sorbonne, da Mouffetard, da Rue Clovis, da Église St. Etienne, da Notre Damme enfim, perto de quase tudo! Consegui essa indicação através de uma autora gaúcha; a princípio quis sair do hotel, mas depois relaxei, principalmente depois que vi os preços dos vizinhos (150 euros, au minimun) e depois que percebi que localização ótima com uma vida noturna agitadíssima, sempre com gente por perto. Por isso não tive coragem de sair de lá. Além disso, os 49 euros que pagamos são quase inacreditáveis numa cidade com preços proibitivos como Paris. Reservei por telefone e quando chegamos estava tudo certo. A sorte é que era um quarto que dava a frente para a praça, pois acho que os do fundo eram insuportáveis. O telefone é 01 04 59 72 38, chama-se Le Central e a dona se chama Pilar, é da Galícia, Espanha, e fala muito bem o português, é bastante simpática, embora pareça ter saído de um filme triste.
Paris foi tomada pelos japoneses, pelos negros vindos das suas colônias, pelos chineses e pelo resto do mundo. Ta todo mundo lá, em Paris, inclusive nós, brasileiros.
Finalmente Paris. remains copyright of the author Aninha, a member of the travel community Travellerspoint.
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]]>O site da sncf http://www.voyages-sncf.com tem me sido muito útil. Consegui comprar passagem para ir ao Monte Saint Mitchel por 17 euros a ida, cada. O Monte St. Mitchel fica a 360 km a oeste de Paris, e minhas amigas garantem que é imperdível. Pelas fotos que vi, realmente é, e decidi rumar para lá. Paris-Rennes, 3 horas em TGV e depois um ônibus de mais uma hora. Não é fácil chegar, mas acho que vale a pena. Quem já enfrentou Jeri, Saint Mitchel é pinto!!! Espero que a sensação boa que é estar em Jeri seja tanto ou melhor em St. Mitchel.
Já fiz o roteiro para os quatro primeiros dias em Paris. No primeiro dia, planejo jantar no Christophe, que fica no número 8 da Rue Descartes. Nós vamos nos hospedar no número 6, no Hotel Central. Ouvi maravilhas desse restau e fico feliz pela proximidade, pois acredito que chegaremos felizes, porém exaustas.
Em Avignon jantaremos no Extramuros http://www.extramuros.com.fr no primeiro dia. É muito preciosismo, mas não tneho me contido. Já estou na França há muito tempo, desde que decidimos viajar.
Quase tudo encaminhado... remains copyright of the author Aninha, a member of the travel community Travellerspoint.
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]]>Mudei de locadora! remains copyright of the author Aninha, a member of the travel community Travellerspoint.
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]]>Aluguei o carro. remains copyright of the author Aninha, a member of the travel community Travellerspoint.
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]]>Hoje minha grande amiga me intimou: "Mas como você para o Sul da França, vai alugar um carro e não vai a Côte-d'Azur??!!!" Parecia que eu estava cometendo o maior pecado do mundo, uma verdadeira heresia, um ato tresloucado.
- Mas...
- Não tem mais mais. Você estará de carro, a distância é pequena, você não precisa ficar só nos arredores de Avignon. Afinal, para que você vai a Marseille?
- Não sei.
- Tá vendo? Não sabe porque vai a Marseille e se recusa a ir a Mônaco!!!!!! Ah, você vai. E em pleno verão!!!!!
Na verdade, não sei minha amiga me convenceu, mas deixou essa questão no ar. Eu pretendia fazer essa região o ano que vem, já que eu tenho certeza que voltarei várias vezes, até porque eu tenho esse mau costume: vou e volto. Foi assim Com Mauá, com Jeri
com SP, com Buenos Aires e com tudo que eu gosto. Só que o mundo é muito grande, e há muita coisa para ver; e eu ainda tenho que voltar à Patagônia e me hospedar em Torres del Paine,
pretendo ir à China, aprimorar meu mandarim. Na verdade, estou planejando os meus próximos 40 anos, já que os 40 primeiros vêm quase à reboque; até os 20 a gente se vira, autonomia é quase nenhuma. A partir daí as rédeas vão ficando mais firmes, mais firmes, mas nas minhas mãos só ficaram seguras depois dos 35. Pronto. E agora, às vésperas dos 40, estou planejando os próximos 40, igual à Mafalda olhando o mundo na canequinha.
Côte-d'Azur??? remains copyright of the author Aninha, a member of the travel community Travellerspoint.
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]]>Até lá vou sondar com a railpass a fim de ver se o pacote deles sai mais barato. Mas pelo menos me garantiu, com essa compra, poder ir a Carcassonne pela railpass num horário melhor e voltar para dormir em Avignon.
Já estou me tornando uma Provenchata, só falo nisso!! Não sei como Amorzão aguenta. Ela quem inventou...
Comprei a passagem Paris-Avignon remains copyright of the author Aninha, a member of the travel community Travellerspoint.
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]]>O roteiro está quase pronto. Tenho contado com a ajuda de amigas que me dão dicas e orientações. Maria Lúcia me disse para não deixar de ir a Carcassone e Cléo, para eu conhecer o Mont Saint Michel. os dois já estão na minha lista e, mesmo sabendo que teremos que ficar dois dias longe da cidade-luz, já tenho procurado o melhor jeito de chegar lá.
Ficaremos em Paris no hotel Central, que fica bem no coração de tudo que é bom! Não deve ser lá essas coisas o hotel, mas já fui informada que melhor localização não há.
Menos de um mês para a viagem remains copyright of the author Aninha, a member of the travel community Travellerspoint.
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