A Travellerspoint blog

Em Paris

De 15 a 22 de junho

14 °C

O que mais gostei em Paris foi a comida. Desde as patisseries até os charmosos restaurantes, tudo é delicioso. Minha boulangerie preferida se tornou a Le Panetone, na Rue Mouffetard. O atendimento feito pelo rapaz é ótimo, de uma delicadeza sem fim, a me explicar do que cada docinho daquele era feito. Ele entra no rol das pessoas que valem a pena em Paris.

Comprei vários guias para poder decidir meus roteiros, mas o melhor que vai ficar como o preferido é o Guia Visual Folha de São Paulo ; ele dá todas as dicas, até como se movimentar em Paris, mapas de metrô e de rotas de ônibus. É realmente excelente e útil. Na próxima viagem acredito que vou me resumir a ele.

Dos restaurantes que mais gostamos o La Regalade (49, Av. Jean Moulin - 14ème arrondissement - Metrô Alesia , tel: 01 45 45 68 58) foi o escolhido. Muito bom!!!! Não é barato, mas é delicioso. Chegamos para almoçar e almoçamos, sem reservas, mas em Paris, sempre é bom reservar antes.

Os parisienses são MUITO chatos, e fico a me perguntar se eu estivesse no lugar deles também não seria. A cidade é tomada por levas de turistas.

Me arrependi muito de não ter comprado um passe para dois dias no batobus. Paciência. Além do que, esquecemos a máquina fotográfica.

Posted by Aninha 12:24 Archived in France Tagged women Comments (0)

Finalmente Paris.

E foi uma correria tão grande que só agora escrevo.

14 °C
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Você quer ser bem tratado? Quer ser bem atendido? Quer ser respeitado e ter o mínimo de atenção quando se dirige polidamente a alguém? Então não vá para Paris.
Paris é uma cidade bonita, um verdadeiro museu a céu aberto, mas duas pragas invadem aquela cidade terrivelmente: os turistas e os parisienses. Me incluo na primeira praga. Paris parece ser de ninguém e, embora eu saiba que sou a fonte de renda número um daquela cidade, parece que os parisienses não o sabem. Fico pensando se eu fosse parisiense, se não agiria da mesma forma, se não nutriria uma raiva terrível dos turistas que “roubam”a cidade. Mas tirem os turistas para ver o que acontece!

Estaria sendo terrivelmente injusta se não falasse dos franceses bem-educados; daqueles que sorriem para você, que ajudam, mesmo bêbados, a carregar sua mala pelas extensas escadarias do metrô de Paris, que perguntam por Juninho Pernambucano, que têm a maior paciência em explicar de que é feita aquela guloseima e qual a mais gostosa... Há esses, e esses são os que fazem a vida mais fácil. No quarto dia em Paris, eu acordei totalmente parisiense: entrei no café, disse um bonjour de cara fechada e pedi meu croissant. Só depois que eu percebi que a atendente me sorria, fato raro naquela cidade. Daí me dei conta que já tinha me acostumado àquela realidade. Mas não é isso que quero p’ra mim.

Para chegar a Paris, a viagem na econômica é penosa. Não sei se pessoas idosas agüentam bem, pois dez horas num avião cuja cadeira nem reclina muito, é terrível. E olha que a VARIG tem um pouco mais de espaço que os outros!!!
O primeiro dia em Paris foi só para conseguir sair do aeroporto (para nós foi uma ciência!), comprar a Carte Orange no aeroporto mesmo, comer no Crhistophe, que é vizinho do hotel onde estamos e dormir. Perdemos de parar no free shopping na entrada de Paris. Nos abestalhamos e rumamos para a porta de saída: nem um visto, nem um pedido de passaporte, nem um carimbinho sequer: só um “Avancée, madame”e pronto, foi tudo. E eu que até contracheque levei!!!!!!
O restaurante Christophe é um capítulo à parte. A comida é deliciosa, digna dos melhores restaurantes brasileiros. Eu comi um peixe branco com risoto e Amorzão, um salmão semi-cozido com ervilhas frescas. Estava tudo de bom! Os preços não são bons, como todos os preços em Paris, são proibitivos. Cada prato custou 23 euros, mas vale a pena.
The day after acordamos bem cedinho e fomos tomar café numa das inúmeras cafeterias aqui por perto. Andamos muito e depois resolvemos pegar um batobus: foi excelente! Andar pelo Sena, ladeando os maiores monumentos franceses é realmente muito lindo!

Na verdade, acho que me incomoda em ser do rebanho, em fazer tudo o que os outros estão fazendo, em tirar as mesmas fotos, ir aos mesmos monumentos... Mas é o que a cidade oferece, também.

Clichês como “Paris é uma festa” e “...é um museu a céu aberto”sempre vêm à cabeça, simplesmente por ser verdade. Paris é isso e muito mais. É bonita, é cinza, é antiga, é romântica, é monocromática, é planejada e é de todo mundo.

O hotelzinho em que ficamos tem uma estrela (imagino que deve ser decadente), mas a 49 euros, talvez eu não devesse esperar muita coisa. Não em Paris. O endereço é Rue Descartes, 6 – 5ème arrondissement, Quartier Latin, perto da Sorbonne, da Mouffetard, da Rue Clovis, da Église St. Etienne, da Notre Damme enfim, perto de quase tudo! Consegui essa indicação através de uma autora gaúcha; a princípio quis sair do hotel, mas depois relaxei, principalmente depois que vi os preços dos vizinhos (150 euros, au minimun) e depois que percebi que localização ótima com uma vida noturna agitadíssima, sempre com gente por perto. Por isso não tive coragem de sair de lá. Além disso, os 49 euros que pagamos são quase inacreditáveis numa cidade com preços proibitivos como Paris. Reservei por telefone e quando chegamos estava tudo certo. A sorte é que era um quarto que dava a frente para a praça, pois acho que os do fundo eram insuportáveis. O telefone é 01 04 59 72 38, chama-se Le Central e a dona se chama Pilar, é da Galícia, Espanha, e fala muito bem o português, é bastante simpática, embora pareça ter saído de um filme triste.

Paris foi tomada pelos japoneses, pelos negros vindos das suas colônias, pelos chineses e pelo resto do mundo. Ta todo mundo lá, em Paris, inclusive nós, brasileiros.

Posted by Aninha 26.06.2008 08:17 Archived in France Tagged women Comments (0)

Quase tudo encaminhado...

e eu não vejo a hora!

Reservas feitas, carro alugado, passagens de TGV compradas (quase todas), restaurantes escolhidos, agora só falta chegar lá!

O site da sncf http://www.voyages-sncf.com tem me sido muito útil. Consegui comprar passagem para ir ao Monte Saint Mitchel por 17 euros a ida, cada. O Monte St. Mitchel fica a 360 km a oeste de Paris, e minhas amigas garantem que é imperdível. Pelas fotos que vi, realmente é, e decidi rumar para lá. Paris-Rennes, 3 horas em TGV e depois um ônibus de mais uma hora. Não é fácil chegar, mas acho que vale a pena. Quem já enfrentou Jeri, Saint Mitchel é pinto!!! Espero que a sensação boa que é estar em Jeri seja tanto ou melhor em St. Mitchel.

Já fiz o roteiro para os quatro primeiros dias em Paris. No primeiro dia, planejo jantar no Christophe, que fica no número 8 da Rue Descartes. Nós vamos nos hospedar no número 6, no Hotel Central. Ouvi maravilhas desse restau e fico feliz pela proximidade, pois acredito que chegaremos felizes, porém exaustas.

Em Avignon jantaremos no Extramuros http://www.extramuros.com.fr no primeiro dia. É muito preciosismo, mas não tneho me contido. Já estou na França há muito tempo, desde que decidimos viajar.

Posted by Aninha 19:07 Archived in France Tagged backpacking Comments (0)

Mudei de locadora!

Minha santa Cafuririca Preta, que dê tudo certo!!!!!!!

Acho que se houver um cargo para fuçadora-mor, eu devo me candidatar: com certeza tirarei primeiro lugar.
De tanto fuçar, achei uma locadora que cobra mais barato e com quilometragem livre!!!!!!!!
A Auto Europe http://www.autoeurope.com aluga através da net, em dólar e ainda por cima, com quilometragem livre!!!!!
Ficaram os seis dias por U$ 268,22, pegando na Gare de Avignon assim que chegarmos, em pleno domingo, e entregando no sábado às 21h. Eu não poderia querer mais do que isso.
No início foi estressante, pois após a reserva me mandaram um email me chamando de Sr. e de Rivas: não sou nem uma coisa nem outra. Tá. Devolvo e me apresento. Pedem desculpas e mandam um voucher que não abre. Informo novamente o problema. Desculpam-se novamente e mandam um novo email, agora com um voucher que não abre e com a informação de que "perceba que sua quilometragem é livre". Retruco dizendo que estou ficando nervosa, porque isso pareceu uma ameaça. A moça, Elizabeth, me acalma: "Não, isso é só uma resposta à sua indagação se era realmente km livre". Ah, tá. E cadê o voucher? "Tá indo num email separado", e eu já rezando; logo hoje que meu horóscopo disse que não me apressasse em fazer as coisas para não ter prejuízo (quem quiser, pode confirmar: Leão na coluna de horóscopo do Jornal do Commercio). Mais um email e, finalmente, abre o voucher com o desconto,o valor, a data e tudo certinho, só nos esperando... Ufa!!!! Mas que eu já estava pensando na Santa Cafuririca Preta, eu já estava!
Agora, falar com Eric para deslocar, pois 192 euros X U$ 268,82; 1.200 km x quilometragem livre; pegar o carro na segunda X pegar o carro no domingo, na própria estação, realmente não dava para competir.

Posted by Aninha 14:09 Archived in France Tagged backpacking Comments (0)

Aluguei o carro.

Agora só falta tirar a carteira

Acabo de fazer uma ligaçâo para Avignon a fim de alugar o carro (33 04 90 14 01 01) . O Eric me atendeu. Escolhi a UCAR porque era a mais barta pela net. Fiz a reserva pela net mas não consegui que eles confirmassem, daí a necessidade da ligação.
A http://www.ucar.fr não abre aos domingos e aluga um carro, categoria B, por 32 euros le jour. Eu gostaria que a tarifa fosse 29, como consegui através da página deles, mas acabou ficando por 32 mesmo. Quanto à quilometragem, apenas 1200 km, e isso me preocupa porque eu sei o quanto nós gostamos de andar! Bom, pelo menos Carcassonne vai ser feita by car. E por falar nisso, a ligação ficou bilíngue, francês e inglês. Eu me sinto mais segura no inglês, é como se eu estivesse em casa, mas o francês me dá muito mais prazer. Bom, vou ter 15 dias para soltar a língua à vontade!
Agora só falta renovar a carteira brasileira, que a minha venceu, tirar uma internacional e viajar.

Posted by Aninha 06:39 Archived in France Tagged backpacking Comments (0)

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